SÍTIO DO FÍSICO

O Sítio do Físico (@sitio_do_fisico) é um ecomuseu localizado na região do Itaqui-Bacanga. O local abrigou a primeira indústria da região e as suas ruínas estão entre os mais preciosos sítios arqueológicos do Brasil, tombado em 1980 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

O Sítio foi essencial para o desenvolvimento econômico local e desenvolveu ao longo de sua história de funcionamento atividades como a plantação de arroz, a fabricação de couro e de cera. Ficou popularmente conhecido como Sítio do Físico por conta do primeiro proprietário, Antônio José da Silva Pereira, um físico que fazia parte da Capitania Geral do Maranhão.

Sua construção datada do final do século XVII e início do século XIX é composta por uma casa grande e de estruturas como fornos, tanques, poços, armazéns, cais, laboratório, rampas, telhados e canalizações com caixa de distribuição para os tanques. 

O Sítio do Físico fica localizado no Parque Estadual do Bacanga e está aberto a visitação das 8h às 16h, todos os dias.

SÍTIO DO PIRANHENGA

O Sítio Piranhenga, localizado no Parque Pindorama, em São Luís, é mais do que um simples ponto turístico. É uma imersão no passado, uma experiência única que transporta os visitantes para mais de dois séculos atrás, revelando a história e cultura preservadas em cada canto desse local marcado pelo tempo.

Com uma área de aproximadamente 34 hectares, o Sítio Piranhenga é composto por diversos ambientes que retratam a dinâmica da vida rural nas antigas fazendas brasileiras. O casarão e a senzala do século XVIII são testemunhos vivos do trabalho árduo das mãos escravas que construíram esse local há mais de 200 anos.

Na parte baixa do sítio, os visitantes se deparam com a antiga senzala. Ao lado, duas caieiras contam a história da produção de cal a partir da casca do sarnambi, um processo carregado de tradição e técnica que eram bastante utilizados nas construções daquela época.

A subida pela escadaria de 96 degraus revestida com azulejos de origem portuguesa e francesa revela curiosidades peculiares. Já as “namoradeiras”, pequenos bancos onde apenas pessoas de cor branca podiam se sentar na época, contam histórias silenciosas sobre a sociedade da época.

A casa grande, habitada pelos antigos proprietários, senhores de escravos, conserva a arquitetura original, mas não sem modificações ao longo dos anos. Cada detalhe da estrutura do casarão conta uma história sobre o gosto e a arte da época. Ao lado, uma capela com riqueza de detalhes arquitetônicos e azulejos em relevo nas paredes internas do oratório, uma expressão material da religiosidade nos lares do Brasil Colônia.

A visitação ao Sítio Piranhenga está aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h, e aos sábados, das 8h às 12h. Os visitantes têm a oportunidade de explorar esse cenário histórico mediante o pagamento de uma taxa para o acesso. As visitas são agendadas, proporcionando uma experiência mais personalizada.

O Sítio Piranhenga é mantido pelo Centro Profissionalizante do Maranhão (Cepromar), uma organização não governamental que não apenas administra e preserva o patrimônio, mas também promove cursos profissionalizantes gratuitos, contribuindo para a comunidade local.

O local é uma oportunidade única para quem quer produzir fotografias de casamento ou formatura, destacando-se entre as paredes carregadas de história. Para mais informações e agendamentos, entre em contato pelo número (98) 98144-6853 e mergulhe em uma viagem no tempo no Sítio Piranhenga, onde cada pedra conta uma história e cada canto revela a riqueza cultural do Maranhão.

Conhecer estes dois sítios é uma viagem ao passado industrial de São Luís, marcado por uma história de negros escravizados, em meio a uma unidade de conservação. Há passeios náuticos que passam pelos locais, além da apreciação da natureza em meio ao lago do Bacanga (@passeioshistoricos.slz).

Uma experiência única aguarda por você nos museus de São Luís, onde cada equipamento cultural conta uma história e cada visita é uma jornada fascinante pelo patrimônio cultural dessa cidade encantadora. 

Dos casarões coloniais aos modernos espaços culturais, testemunhe a transformação da cidade ao longo dos séculos através de exposições cativantes que revelam o passado e iluminam o presente.

Confira os museus disponíveis para visitação e embarque nessa viagem pela história e cultura de São Luís:

Museu da Gastronomia Maranhense

Inaugurado em 2019, o Museu da Gastronomia (@museudagastronomiamaranhense) funciona em um sobrado do século XIX, no bairro da Praia Grande (Centro Histórico). É um equipamento que guarda uma exposição fixa que visa a valorização e promoção dos saberes e fazeres da gastronomia maranhense.

Neste museu, o visitante tem a oportunidade de realizar um tour, entrando em contato com as influências, com a história da culinária local e com as iguarias que integram um universo de sabores únicos. Neste espaço, além do artesanato, o visitante vai conhecer algumas bebidas tradicionais como a tiquira (cachaça da mandioca), as cachaças saborizadas com frutas, ervas e mariscos, o guaraná Jesus e os licores das frutas típicas regionais (cupuaçu, bacuri,murici, juçara, jenipapo). Os folguedos de São Luís como o Bumba-meu-boi, a Casinha da Roça e a Festa do Divino Espírito Santo de Alcântara têm destaque no museu, pois atrelado às festas está a comensalidade característica de cada festejo.

Instalado em uma localização estratégica no Centro Histórico, na Rua da Estrela, n° 82, o Museu das Gastronomia Maranhense funciona também como um centro de qualificação profissional, ao mesmo tempo em que recebe exposições temporárias e realiza projetos como ‘Uma noite no Museu’, ‘Segunda Cultural’, entre outros.

No Museu da Gastronomia o visitante também pode ter acesso presencial aos serviços da Central de Atendimento ao Turista (CAT).

Na plataforma digital, Youtube, o Museu mantém um tour virtual em libras. E no Spotify, encontra-se disponível um audioguia em português e inglês da sua exposição fixa.

Horário de funcionamento: segunda à sexta, das 9h às 18h. Sábado e domingo das 10h às 16h. Entrada gratuita.

Museu de Arte Sacra

O Museu de Arte Sacra do Maranhão (@museudeartesacrama) encontra-se localizado no segundo pavimento do Palácio Episcopal de São Luís, na Praça Pedro II no Centro Histórico e reúne em seu acervo obras de arte sacra e objetos do século XVIII ao século XX, que ajudam a remontar o processo a história do Maranhão por meio da história da Igreja Católica.

Horário de funcionamento: terça à sexta-feira, das 9h às 17h30. Sábado, das 9h às 17h. Entrada gratuita.

Arquivo Público do Estado do Maranhão (APEM)

Guarda o maior acervo documental do Maranhão, incluindo documentos públicos e privados de interesse público e sociais, do período colonial ao republicano, incluindo documentos, mapas, plantas, discos e microfilmes. 

O Arquivo Público do Estado do Maranhão @arquivopúblicoma encontra-se localizado na Rua de Nazaré, n°  218, no Centro Histórico de São Luís.

Horário de funcionamento: segunda à sexta, das 8h às 17h. Entrada gratuita.

Museu de História Natural e Arqueologia

Este Museu funciona no Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão. Nele, o visitante tem a experiência em uma jornada pela pré-história e pelo período de pré-colonização da cidade até os dias atuais. Seu acervo guarda bens arqueológicos, paleontológicos e da cultura das etnias que deram origem ao povo maranhense. 

O Museu de História Natural e Arqueologia encontra-se localizado na Rua do Giz no Centro Histórico, aberto à visitação gratuita onde os turistas são apresentados a três exposições temáticas disponíveis.

Horário de funcionamento: segunda à sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Entrada gratuita.

Museu do Reggae

Considerado o primeiro museu temático de reggae fora da Jamaica, funciona desde 2018 com um amplo acervo do gênero musical e da história do ritmo em São Luís e no mundo. Durante o passeio, os visitantes podem ouvir playlists, conhecer algumas relíquias e a reprodução de aparelhagens, além de discos, fotos, revistas e jornais em uma verdadeira linha do tempo. 

O Museu do Reggae (@museudoreggae) fica no Centro Histórico de São Luís, na Rua da Estrela, n° 124.


Horário de funcionamento: terça à sábado, das 9h às 20h. Domingo, das 9h às 13h. Entrada gratuita.

Museu de Artes Visuais

O Museu de Artes Visuais (@museudeartesvisuais) fica na Rua Portugal no Centro Histórico em um imponente prédio com fachada revestida com azulejos portugueses e sacadas de onde é possível observar uma vista privilegiada da Praia Grande.

Com três andares e um mirante, o Museu de Artes Visuais reúne uma biblioteca e um acervo com pinturas, gravuras, desenhos e esculturas de artistas plásticos maranhenses e de artistas nacionais.

Horário de funcionamento: terça a sábado, das 9h às 18h. Domingo, das 9h às 13h. Entrada gratuita.

Memorial Maria Aragão

Integra o complexo da Praça Maria Aragão, um dos maiores espaços públicos de São Luís, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Reúne o acervo de uma exposição em homenagem à médica e ativista política maranhense Maria Aragão.

Em visita a esse equipamento, os visitantes podem conferir documentos, fotografias, livros e objetos pessoais da ilustre maranhense reconhecida pelas suas lutas contra o regime militar na década de 60.

Museu Histórico e Artístico do Maranhão (MHAM)

Trata-se de um imóvel histórico de valor arquitetônico desenvolvido em dois pavimentos e um mirante, constituindo um dos mais belos exemplos de solares  em São Luís.

 Construído em 1836, o MHAM (@museuhistoricoeartistico) apresenta planta em forma de “U”, a qual dá origem um pátio interno com um poço. A fachada, em estilo colonial, apresenta portada neoclássica com volutas e frontão triangular. Em seu interior o visitante tem acesso a um acervo permanente que apresenta uma proposta de reconstituir uma casa residencial da elite maranhense do século XIX e primeira metade do século XX.

Horário de funcionamento: terça à sexta, das 14h às 17h30. Entrada gratuita.

Casa de Nhozinho

Na Casa de Nhozinho (@casadenhozinho) os visitantes entraram em contato com a cultura popular do Maranhão. Trata-se de um espaço que reúne uma ampla mostra, desde miniaturas aos artefatos, peças peças indígenas, teares de rede, vasos de cerâmica, toalhas de buriti, bonecos populares e muito mais.

Localizada na Rua Portugal, n° 185 na Praia Grande, a Casa de Nhozinho ocupa um casarão histórico e seu nome é uma homenagem direta ao artesão maranhense Antônio Bruno Nogueira, conhecido como Nhozinho. 

Horário de funcionamento: terça à sábado, das 9h às 18h. Domingo, das 9h às 13h. Entrada gratuita.

Palácio dos Leões

Sede do Governo do Estado do Maranhão e residência oficial do Governador, a construção com fachada principal neoclássica, de dois pavimentos e formato retangular, ocupa uma área de três mil metros quadrados. O local remonta à fundação de São Luís em 1612. Foi onde os franceses construíram a primeira fortificação do futuro núcleo urbano. Aos fundos do Palácio, encontra-se um jardim de palmeiras que se apresenta para a baía de São Marcos.

Na entrada do Palácio dos Leões, duas esculturas em bronze saúdam os visitantes.  Conhecer o local é como fazer uma viagem no tempo, explorando a história e a cultura do Maranhão. Cada sala e corredor deste edifício guarda segredos e histórias para serem desvendados. Uma visita ao Palácio dos Leões é uma oportunidade de mergulhar na riqueza cultural e histórica dessa cidade que é única no Brasil.

Horário de funcionamento: terça à sábado, das 9h às 18h. Domingo, das 9h às 13h. Entrada gratuita.

Palácio Cristo Rei

O Palácio Cristo Rei abriga o memorial da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Situado no Largo dos Amores, em frente a Praça Gonçalves Dias no Centro de São Luís, esse prédio tem uma arquitetura que remonta o século XIX, já tendo sido morada de nobres, uma escola jesuítica e a sede do Arcebispado do Maranhão. 

De estilo predominantemente neoclássico, o local impressiona pelos aspectos arquitetônicos impressos em seus corredores, salas, na sua escadaria, no jardim, no mirante e em todos os seus detalhes. Possui um amplo acervo histórico da Universidade Federal do Maranhão, composto por quadros, fotos, objetos e indumentárias que ajudam a contar a história dessa importante instituição de ensino no Maranhão.
Horário de funcionamento: segunda à sexta, das 9h30 às 17h30. Entrada gratuita.

Convento das Mercês 

Construído em 1654 e tombado como Patrimônio Histórico Nacional, o antigo Convento das Mercês é um local que tem uma história fascinante que merece ser explorada e apreciada por todos que visitam São Luís. 

Sua construção foi iniciada quando os mercedários, vindos da cidade de Belém (Pará), se uniram aos frades para construir a primeira estrutura do convento em taipa coberta de palha. Logo, construíram a edificação da capela-mor em pedra e cal, que hoje é uma das atrações mais notáveis do local. 

O Convento das Mercês testemunhou a Independência do Brasil em 1822. No século XIX, o convento passou por intervenções que o transformaram na sede do Seminário Menor.

Em 1905, o local foi transformado no quartel da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, que permaneceram lá até a década de 1980. Entre 1987 e 1990, elementos originais da estrutura foram restaurados, revelando os arcos originais e o poço. Foi durante essa restauração que os alicerces da igreja demolida foram descobertos. 

Atualmente, o espaço físico do Convento abriga a Fundação da Memória Republicana Brasileira (@fmrb.ma). 

Localizado na Rua Jacinto Maia, no bairro Desterro (Centro Histórico), o Convento das Mercês conta com cerca de quatro mil obras de arte, incluindo pinturas, esculturas, objetos decorativos e peças de arte sacra. A Biblioteca Padre Antônio Vieira possui um acervo bibliográfico incrível, com 23.733 volumes, incluindo 3.217 obras raras, com destaque para os textos do padre Antônio Vieira.
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 8h às 17h. Sábado, das 9h às 17h. Domingo, das 9h às 13h. Entrada gratuita.

Cafua das Mercês

A Cafua das Mercês (@cafua.ma) é um equipamento que tem como objetivo o reconhecimento da diversidade cultural e a valorização da matriz cultural africana no Maranhão.

Funciona em um sobrado na Rua Jacinto Maia na Praia Grande (Centro Histórico), construído em meados do século XVIII, lugar que abrigou mercado de escravos negros no período colonial. Guarda um acervo relativo a história e a memória da escravidão e composto por objetos de cultos religiosos como estatuetas, cabaças, cachimbos, tambores e fotografias de mães e filhos de santos da Casa de Nagô e Mina. Há também instrumentos de tortura utilizados no período escravocrata.

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 13h30 às 17h30. Entrada gratuita.

Centro de Cultura Domingos Vieira da Silva (Casa da Festa)

A origem do local está vinculada à criação da Fundação Cultural do Maranhão, em 1971. No local já funcionou a Biblioteca do Folclore e Museu do Folclore e Arte Popular. Instalado em um sobrado de três pavimentos na Rua do Giz (Centro Histórico), o acervo do Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho reúne coleções sobre as diferentes manifestações da cultura popular maranhense como o Bumba Meu Boi, Festa do Divino, Carnaval, religiões afro-brasileiras, danças e a diversidade do artesanato indígena.

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 9h às 18h. Entrada gratuita.

Centro de Cultura Casa do Maranhão

Concebido como um espaço para receber uma exposição permanente sobre a cultura local, a Casa do Maranhão (@casa_do_maranhao) fica no Centro Histórico e ao visitá-la o turista tem a oportunidade de entrar em contato com um acervo diversificado contendo a história, as lendas, belezas naturais, a gastronomia e as festas religiosas do Maranhão.

Horário de funcionamento: terça a sábado, das 9h às 18h. Domingo, das 9h às 13h. Entrada gratuita.

Centro Cultural Vale

O Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) é um cultural diverso e dinâmico com uma programação que contempla diferentes linguagens artísticas e é palco de apresentações de cultura popular, espetáculos de artes cênicas e dança, oficinas, cursos e mostras de cinema e festivais. 

O Centro Cultural Vale Maranhão fica na Rua Direita, no bairro da Praia Grande (Centro Histórico) e tem a entrada para visitação gratuita. É mantido pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.Horário de funcionamento: terça a sábado, das 10h às 19h, exceto feriados.

Museu Ferroviário e Portuário do Maranhão 

Integra o Complexo Cultural e Tecnológico da REFFSA, antiga estação ferroviária da cidade. Reúne um museu ferroviário e portuário, além de uma série de atrativos para os visitantes Encontra-se localizado na Avenida Beira-Mar, um dos mais belos cartões postais da cidade. 

Horário de funcionamento: terça a sábado, das 9h às 18h. Domingo, das 9h às 13h. Entrada gratuita.Mais informações sobre o Museu Ferroviário e Portuário do Maranhão podem ser conferidas no perfil das redes sociais: reffsa.ma

Museu Casa do Tambor de Crioula

Instalado como um centro de referência para salvaguarda cultural do Tambor de Crioula, este museu encontra-se instalado em um casarão de dois pavimentos no Centro Histórico de São Luís. Nele o visitante tem oportunidade de conferir uma exposição que remonta o universo da manifestação tipicamente maranhense, por meio de cerâmicas, painéis, murais, imagens de São Benedito que é o santo da Igreja Católica para quem a dança é devotada, além de tambores, artefatos e imagens que apresentam a vivência do Tambor de Crioula. 

O Museu Casa do Tambor de Crioula fica localizado na esquina da Rua da Estrela e com a Rua João Vital de Matos, na Praia Grande. 

Horário de Funcionamento: terça a sábado, das 9h às 18h. Domingo, das 9h às 13h. Entrada gratuita. Mais informações, assim como a programação de atividades que o Museu Casa do Tambor de Crioula realiza, podem ser conferidas no perfil das redes sociais: casadotambor

Museu Casa de Cultura Huguenote Daniel de La Touche

A Casa de Cultura Huguenote Daniel de La Touche é um museu de arte e cultura  que preserva a história da fundação francesa de São Luís, localizado na Rua Djalma Dutra no bairro da Praia Grande – Centro Histórico de São Luís. 

Com um acervo diversificado, expõe artefatos de origem portuguesa, fotografias, além de um conjunto de bens culturais registrados em livros e peças de origem fraco-protestante datadas do século XVI. Conta também com uma exposição exclusiva que resgata a matriz cultural dos povos indígenas brasileiros habitantes destas terras na época do descobrimento do Brasil e da fundação de São Luís.

Mais informações e horário de funcionamento, assim como a programação de atividades que o Museu Casa de Cultura Huguenote Daniel de La Touche realiza, podem ser conferidas no perfil das redes sociais: casadeculturahuguenote.

Museu da Memória Audiovisual do Maranhão

Localizado no bairro Desterro, o Museu da Memória Audiovisual do Maranhão tem como principal objetivo preservar a história audiovisual do estado. 

Armazena e exibe um acervo composto por manifestações artísticas, culturais e sociais, material gráfico, sonoro e visual de interesse à memória do Maranhão. São filmes, documentários, fotos (em suporte digital), fitas, discos, gravações de rádio, gravações de TVs e outros materiais em vídeo e áudio dos mais variados gêneros. 

Mais informações e horário de funcionamento, assim como a programação de atividades que o Museu Casa de Cultura Huguenote Daniel de La Touche realiza, podem ser conferidas no perfil das redes sociais: casadeculturahuguenote. Algumas das produções do MAVAN podem ser conferidas no canal da instituição: TV Mavan.

Palacete Gentil Braga

Com quase 200 anos de existência, o Palacete Gentil Braga foi e continua sendo o palco de encontros de artistas e intelectuais maranhenses. 

O prédio possui uma fachada revestida de azulejos portugueses do século XIX, composto por um pavimento, porão alto e um mirante em torre. Apresenta características da arquitetura colonial com elementos ornamentais neoclássicos e arcos ogivais do neogótico.

Localiza-se na Rua Grande, local do maior centro comercial do Maranhão e é administrado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) que realiza regularmente diversas atividades de extensão abertas à comunidade.Mais informações, assim como a programação de atividades que o Palacete Gentil Braga realiza, podem ser conferidas no perfil das redes sociais: cultura.ufma

Explore o fascinante o Centro Histórico de São Luís em um roteiro pelas igrejas da cidade, verdadeiros tesouros seculares que são testemunhas da grandiosidade da história e da fé que moldam a capital maranhense. 

Abertas à visitação durante o ano inteiro, te convidamos a embarcar nessa experiência religiosa pelas igrejas seculares de São Luís, onde a beleza sacra, arquitetura e história se encontram, convidando os visitantes a descobrirem a alma desse destino único do Brasil.

Igreja da Sé (catedral)

Conhecida também como Catedral de Nossa Senhora da Vitória, padroeira de São Luís, a Igreja da Sé (@catedraldasesaoluisma) abriga hoje o Arcebispado do Maranhão. Localizada Praça Pedro II no Centro Histórico, essa igreja é um exemplar único da arquitetura do Brasil Colônia, apesar das inúmeras reformas pela qual passou. 

Sua edificação inicial foi inaugurada em 1622. A Catedral é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e tem como destaque o altar-mor, do século XVIII, que é considerado um tesouro da arte barroca brasileira.

Igreja Nossa Senhora do Carmo

Essa igreja foi fundada pelos padres Carmelitas e integra o Convento do Carmo, cuja construção é datada de 1627. Localizada no Centro de São Luís, possui um largo que foi palco de importantes acontecimentos da cidade em diferentes contextos ao longo dos séculos. Atualmente, o Largo do Carmo em conjunto com a Igreja (@igrejadocarmoslz) integram um dos mais belos cartões postais da capital.

Após depredações pelos invasores holandeses em 1640, o Convento da Igreja do Carmo abrigou diversos órgãos, incluindo o Corpo de Artilharia e o Corpo de Polícia. Lá funcionaram as aulas régias do ensino primário e secundário, a primeira biblioteca pública do Maranhão e a primeira sede do Liceu Maranhense.

A igreja possui estilo barroco, com uma fachada simétrica. Possui duas torres laterais de linhas simples e entre elas, um frontão triangular clássico. No centro da fachada, há três janelas com balcão e abaixo destas, a entrada principal da igreja.

Igreja de São José do Desterro

A Igreja São José do Desterro (@igrejadodesterroslzma) é uma das mais antigas de São Luís e possui traços da arquitetura bizantina e de estilo neoclássico, com a sua primeira construção datada por volta de 1618. 

Em 1641 foi saqueada pelo exército holandês, levando consigo peças sacras de ouro e prata. Ao longo dos séculos passou por diversas obras e reedificações. Fica no bairro do Desterro, no Centro Histórico, próximo ao antigo Convento das Mercês.

Igreja de Santo Antônio

Considerada uma das principais construções religiosas da cidade, a Igreja (@igrejasantoantonio_slz) integra um complexo histórico do Convento de Santo Antônio, e fica localizada na Praça Antônio Lobo, no Centro Histórico de São Luís.

 A Igreja e o seu convento guardam em sua história a participação em diversos momentos históricos da capital, já tendo servido como abrigo de perseguidos políticos e até mesmo como quartel de política. 

A edificação conta com uma capela e um altar-mor em estilos neoclássicos. Possui um Largo em sua externa onde é montado todos os anos um arraial no período junino. A Igreja e o seu convento guardam em sua história a participação em diversos momentos históricos da capital, já tendo servido como abrigo de perseguidos políticos e até mesmo como quartel de polícia. 

Igreja Nossa Senhora dos Remédios

A Igreja dos Remédios é a única de São Luís construída em estilo neogótico. Possui uma única torre sineira, ao centro, com base quadrangular e duas aberturas em cada lado. No topo da torre há uma pirâmide octogonal sobre a qual se eleva uma cruz de ferro. As fachadas laterais são encimadas por cruzes de ferro ladeadas pelas estátuas dos evangelistas: Lucas, João, Mateus e Marcos posicionadas desde 1907. Os vitrais que ornam a igreja são alemães, do século XX. O interior possui três altares, sendo o principal em mármore.

Localizada em frente à Praça Gonçalves Dias (Largo dos Amores) e nas proximidades da Praça Maria Aragão, a Igreja dos Remédios realiza anualmente um festejo em homenagem a Nossa Senhora do Remédios, considerada a padroeira dos comerciantes. 

Igreja de São João

Localizada no cruzamento entre a Rua de São João e a Rua da Paz, no Centro de São Luís, a Igreja de São João (@paroquiasaojoaobatistaslz) tem sua construção datada de 1665.

De estilo predominantemente neoclássico, essa igreja guarda em sua arquitetura inscrições e formas resultantes das seguidas reformas pelas quais passou ao longo dos últimos séculos. Abrigou o túmulo de Joaquim Silvério dos Reis, traidor da Inconfidência Mineira falecido em 1819.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Tendo sua construção iniciada em meados do século XVIII, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos integra um grupo de igrejas brasileiras construidas por irmandades que buscavam a inserção do negro na sociedade, uma vez que estes não podiam naquela altura frequentar alguns espaços religiosos.

Localizada na Rua do Egito, no Centro Histórico, essa é uma construção tombada como patrimônio pelo IPHAN. Em estilo Barroco, possui uma fachada composta por duas torres. No seu interior, há oratórios e paredes cobertas de azulejos portugueses. 

Igreja São Pantaleão

Localizada na Rua São Pantaleão, essa igreja teve sua pedra fundamental lançada em 1780. Em 1817 foi aberta aos fiés. Em 1829, abraçou um projeto social destinado a acolher recém-nascidos filhos de mães solteiras que não podiam criá-los. 

Com uma fachada simples e simétrica, a igreja conta com três janelas centrais e duas torres laterais. O altar consiste de uma cortina com uma mesa de concreto e um sacrário de metal encimado por cruz de madeira. O coro é de madeira e protegido por gradeado de ferro. As paredes internas são revestidas por azulejos industriais.

Igreja de Santana

Localizada na Rua de Santana, entre as ruas Antônio Rayol e da Cruz no Centro de São Luís, essa Igreja começou a ser erguida em 1784. 

Apresenta na sua arquitetura elementos decorativos do estilo neoclássico e do barroco. Possui painéis de azulejos idênticos aos da Igreja de Nossa Senhora das Flores na Itália.

Capela de São José das Laranjeiras

Foi construída no início do século XIX pelo português José Gonçalves da Silva, proprietário da Quinta das Laranjeiras e um dos mais prósperos comerciantes do período colonial em São Luís.

Localizada na Rua Grande no Centro Histórico, a capela guarda em sua estrutura interna as marcas de opulência econômica do Maranhão do século XIX, misturando elementos neoclássicos e do estilo rococó.

Em suas noites, São Luís reserva aos visitantes experiências para todos os perfis. No centro histórico, música, gastronomia e manifestações culturais ditam o ritmo de noite inesquecíveis, com programações especiais para quem busca inclusive entender mais sobre a cidade. Aqui nessa região, um bom ponto de partida são as ruas Portugal, Giz e Estrela, e Fonte do Ribeirão que reúnem uma variedade de bares com música ao vivo, ideal para quem busca conhecer pessoas locais e turistas. Há também opções nessa região para quem gosta de samba, pagode, música eletrônica, pop e rock.

Para os apaixonados por reggae e samba de roda, o Bar Catarina Mina, na Rua Portugal, é um point imperdível. Nas sextas-feiras, a partir das 20h, o local ganha vida com os clássicos jamaicanos, enquanto aos domingos, a roda de samba inicia no final da tarde, com entrada gratuita. Próximo dali, o Bar Queer cativa o público LGBTQUIAPN+ com sets animados de DJs, garantindo diversão às sextas e aos finais de semana.

Já próximo a Praça dos Catraeiros, perto da Casa do Maranhão, o Bar Resenha (@_resenha_slz) é o paraíso dos amantes de samba ao vivo, apresentando grupos de pagode locais e DJs de reggae de quinta a sábado, sempre às 21h, com entrada paga. Aos domingos, o Casarão Colonial (casaraocolonialslz) abre suas portas com muito samba a partir das 16h. 

As quintas-feiras, a Travessa do Trapiche fica agitada com o projeto “A vida é uma festa…”(@avida_euma_festa), a partir das 20h, apresentando artistas, poetas e roda de tambor de crioula em frente à Cia Circense. Já na Feira da Praia Grande ou Mercado das Tulhas, às sextas-feiras quinzenalmente é possível conferir uma envolvente roda de tambor de crioula a partir das 19h, acompanhada por reggae roots em restaurantes locais. Aos sábados, das 14h às 18h, dois projetos culturais se destacam: o Samba da Feira e a Rádio das Tulhas, ambos celebrando artistas locais com entrada gratuita e couvert colaborativo.

Os bares próximos à Praça Nauro Machado oferecem experiências únicas. No Bar Senzala, música ao vivo com artistas diversos, apresentando-se no estilo voz e violão, com couvert pago. Outro ponto festivo da região é o Bar Habeas Copus, na escadaria Humberto de Campos, referência em música reggae, funcionando de quarta a domingo a partir das 19h, com entrada gratuita na maioria das vezes e cobrança apenas em eventos especiais. Para quem busca um local climatizado, a Central Roots (@central.roots), nas sextas-feiras e sábados, apresenta reggae com entrada paga.

Também na área do Centro Histórico, o Hostel Reviver (reviverhostel), na Rua de Nazaré, sempre surpreende com sua programação de bandas de reggae, grupos de samba, DJs e artistas locais, com entrada paga. Já o Bar ABC Club (@abcbarclub), na mesma rua, oferece programação de DJs de reggae e grupos de samba de quinta-feira a domingo, com entrada paga dependendo do evento.

Outro point é o Hostel dos Poetas (hosteldospoetasslz). Localizado na Rua Montanha Russa, esse local se destaca com uma programação que acontece às quartas-feiras a partir das 19h e aos sábados a partir das 12h, apresentando um buffet de comidas variadas.

Para os amantes da cena LGBTQUIA+, a Boate Observatório (@obs_slz), no Beco da Prensa, no Centro Histórico, promete noites de diversão às sextas-feiras e aos sábados.

Além desses estabelecimentos localizados no seu Centro Histórico, São Luís reserva muitas outras opções de vida noturna para além dessa região, principalmente na região da Lagoa da Jansen e da Península da Ponta d’Areia, onde os visitantes encontram modernos bares com diversas programações durante toda a semana. 

Na Lagoa da Jansen, estes estabelecimentos se concentram em boa parte da Avenida Professor Mário Meireles. E na Península da Ponta d’Areia o ponto de partida é o Champs Mall (@champsmall).

Na orla da cidade, a vida noturna também pulsa. Nesse recanto, há opções que funcionam diariamente tanto para quem busca agitação à noite quanto para quem prefere um programa de contemplação à beira mar.

A extensa Avenida Litorânea que atravessa três praias de São Luís (Olho d’Água, Calhau e São Marcos) reúne hotéis, bares, pubs, lanchonetes, vilas gastronômicas, quiosques e muito mais. Nesta avenida encontra-se um dos mais tradicionais points de reggae da cidade, o Bar do Nelson (@bardonelson_oficial). 

Com opções para preferências e perfis diversos de visitantes, do som alternativo passando pelo samba e reggae, às noites de São Luís apresentam uma variedade que é o tempero que faz da cidade um destino imperdível para quem curte a vida noturna.

Conheça tudo aquilo que você só encontra em São Luís do Maranhão.

São Luís é uma cidade muito diversificada quando o assunto são experiências que você pode viver, sendo que algumas delas apresentam-se na forma de sabores que você só vai encontrar aqui. Separamos algumas delas para você conhecer: 

Sorvete de casquinha

Uma das experiências mais memoráveis que você pode vivenciar em São Luís é saborear um delicioso sorvete de casquinha nos sabores de coco, maracujá, cupuaçu ou bacuri. Esses sabores exóticos são vendidos nas charmosas ruas do Centro Histórico e nas praias, e irão transportar o seu paladar para uma viagem única. O frescor dos ingredientes locais e a habilidade dos vendedores locais transformam cada mordida em uma explosão de sabores tropicais. Sem falar na forma como é preparado. 

Juçara com camarão seco e farinha

A juçara, como é chamada no Maranhão, ou o açaí, como é conhecido no resto do país, é uma iguaria que faz parte do cardápio da culinária maranhense. Em São Luís, a iguaria pode ser encontrada em diversos pontos, mas é no Mercado das Tulhas, localizado no Centro Histórico da capital maranhense, é que ela pode ser melhor apreciada ou no Festival da Juçara no bairro do Maracanã no mês de outubro.

Beiju

Herança de ancestralidade indígena, a iguaria é um dos maiores legados que o Brasil possui, e que está enraizada na cultura gastronômica maranhense. Em São Luís o beiju ou tapioca como é conhecido no resto do país, tem como base a massa de mandioca e pode ser consumido nas feiras, mercados e padarias acompanhado com coco ou com outros sabores como queijo, bacon, carne de sol, camarão fresco ou somente com manteiga. 

Tiquira

Sua confecção traz a influência dos povos indígenas, originando-se do cauim, um fermentado de mandioca. Com a chegada dos europeus ao Brasil, técnicas de destilação foram introduzidas, transformando o cauim em tiquira. A bebida também é notabilizada por sua coloração roxa e sabor robusto, devido ao alto teor alcoólico. A história da bebida é ainda enriquecida com lendas, dentre as quais a mais famosa adverte para que o consumidor não tome banho após quatro doses, sob risco de perda de memória. A Tiquira, tradicional bebida do Maranhão, conquistou o título de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado.

Arroz de Cuxá

A culinária maranhense é um verdadeiro mosaico de sabores e tradições, e um prato que brilha com autenticidade e sabor é o ‘Arroz de Cuxá’. Originário do estado do Maranhão, esse prato gastronômico reflete a rica herança cultural do estado. A base do prato é o arroz, que é cozido até ficar macio e saboroso. O ingrediente-chave que dá sabor ao Arroz de Cuxá é a vinagreira, uma planta típica oriunda da África. Suas folhas são colhidas e processadas para criar um molho verde criando uma combinação de sabores que é ao mesmo tempo refrescante e picante. Além da vinagreira, o Arroz de Cuxá leva camarões secos, gergelim torrado, pimenta-de-cheiro e outros temperos locais, que adicionam camadas de complexidade e aromas irresistíveis à preparação.  É um exemplo de como os ingredientes locais podem ser transformados em algo verdadeiramente especial.

Sururu ao leite de coco

Os ingredientes vindos do mar são bastante usados na culinária do litoral maranhense, e com o sururu não é diferente. A carne do molusco é muito saborosa e com um alto valor nutricional sendo rica em minerais tais como fósforo, cálcio, ferro e iodo, vitaminas e proteína. O sururu podendo ser encontrado em mangues que são banhados por rios de água doce ou estuários dos municípios que compõem a Ilha. Em São Luís, a iguaria pode ser consumida em feiras, mercados e restaurantes, e, geralmente, preparada ao leite de coco.

Pirulitos caseiros de dona Corina

Caramelizados, enrolados em papel manteiga, os pirulitos, geralmente são vendidos em tábua furadas pelas ruas do centro histórico de São Luís. Os pirulitos têm o ‘gosto da infância’ de muitos maranhenses, e se popularizou por meio de dona Corina Serra da Silva Martins, natural de Itapecuru (MA), que começou a produzí-los artesanalmente junto com a filha para sobreviverem. Feitos com produtos naturais, os sabores são variados, entre os preferidos estão os de maracujá e de gengibre. 

Cachorro-Quente

Quem experimenta o cachorro-quente produzido em São Luís nota imediatamente a diferença dos ingredientes utilizados aqui e em outras localidades. Montado no pão, o tradicional cachorro-quente de São Luís tem a carne moída como um dos seus principais ingredientes.

Uma ilha. Vários sabores

Quem chega em São Luís, já se depara com uma rica gastronomia regada a muitos sabores. E, pra completar, tem um povo conhecido por estender sempre a sua hospitalidade a quem chega, em São Luís muitos turistas são conquistados na mesa durante a degustação de pratos típicos da região e de bebidas que são preparadas com a criatividade de quem vive na cidade patrimônio mundial. 

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é Comida-1-1024x678.jpg

Restaurantes 

Nos restaurantes, especialmente os localizados no Centro Histórico e na região das praias, os turistas encontram as iguarias que integram o cardápio único de São Luís, como o arroz de cuxá. 

Por se tratar de uma cidade cercada por água, São Luís conta em seu cardápio com muitas opções de peixe, mariscos e frutos do mar, que resultam em pratos famosos por aqui, como a peixada maranhense.

Nesse destino, a carne de sol também tem o seu destaque entre os pratos locais. E a lista fica completa com a juçara que aparece como um dos alimentos preferidos dos ludovicenses. 

Veganos e Vegetarianos

Para os visitantes que apresentam restrições a alimentos de determinadas origens e que procuram  estabelecimentos capazes de atender às suas necessidades, São Luís reserva um conjunto de locais com opções para os vegetarianos e veganos. 

Na cidade, esses pratos são comumente encontrados nos restaurantes de rede e em restaurantes locais em menor número, sendo que um dos mais tradicionais encontra-se localizado na Rua das Laranjeiras, no Jardim Renascença, há menos de 5 quilômetros do Centro Histórico de São Luís (Restaurante Gafanhoto (@gafanhotos.restaurante)), especializado em cozinha vegana.

Localizado às margens do rio Bacanga, no Sítio Tamancão, no bairro do Anjo da Guarda, o Estaleiro Escola é uma referência para a cultura e educação de São Luís do Maranhão.

O projeto do Estaleiro Escola surgiu a partir do desejo de preservar as técnicas artesanais e peculiares dos mestres carpinteiros na construção de embarcações, garantindo que esse valioso conhecimento fosse transmitido para as futuras gerações. O engenheiro civil Luiz Phelipe Andrès (in memorian), um dos coordenadores do projeto de pesquisa “Embarcações do Maranhão” em 1998, foi fundamental nesse esforço de preservação.

Uma característica singular do Estaleiro Escola é o seu impressionante acervo de ferramentas que foram usadas ao longo dos séculos na carpintaria naval do Estado. Esse patrimônio histórico é uma verdadeira janela para o passado, permitindo que os alunos e visitantes conheçam de perto as técnicas e habilidades que têm sido a base da construção de embarcações maranhenses.

Considerado um local de grande significado histórico, o Estaleiro Escola fica em uma região conhecida como Sítio Tamancão e que abriga antigos armazéns do século XIX, uma casa grande, um moinho de maré (sistema engenhoso que aproveitava a energia das marés) que foi restaurado e hoje é uma atração que integra o circuito de visitação ao local. Mais informações podem ser conferidas no perfil da rede social da instituição: @estaleiroescola

Para quem valoriza o contato com a natureza e busca adrenalina por meio da prática esportiva, São Luís reserva experiências que envolvem a prática de atividades como Rapel, Vôo livre, Canoagem, Bike/Pedal, Stand Up Paddle, Windsurf, Kitesurf, Pesca, Vôlei de Praia e muito mais. Essas atividades são normalmente oferecidas por escolas e empresas estabelecidas na cidade que desenvolvem uma série de serviços esportivos na ilha. E que somam-se aos eventos e competições que integram programações sazonais ao longo do ano em São Luís. Então, se você é um apaixonado por esportes radicais ou prefere uma caminhada tranquila, saiba que a cidade oferece  opções para todos os gostos e para todas as idades. 

Essas atividades são normalmente oferecidas por escolas e empresas estabelecidas na cidade que desenvolvem uma série de serviços esportivos na ilha. E que somam-se aos eventos e competições que integram programações sazonais ao longo do ano em São Luís. Então, se você é um apaixonado por esportes radicais ou prefere uma caminhada tranquila, saiba que a cidade oferece  opções para todos os gostos e para todas as idades. 

Surf e Kitesurf nas praias da Ilha

Para os amantes de esportes radicais, São Luís oferece experiências emocionantes nas suas belas praias urbanas. Na Ponta d’Areia e nas Praias do Olho d’Água e Caolho, as ondas, as águas mornas e os fortes ventos convidam os surfistas a deslizarem sobre o Atlântico, enquanto nas praias de São Marcos e Calhau, uma boa pedida é a prática de Kitesurf. A cada ano cresce o número de adeptos desses esportes e de visitantes que buscam o destino atraídos pelas excelentes condições que o litoral da cidade é capaz de oferecer. 

Exercícios à beira-mar no calçadão da Avenida Litorânea

Para quem prefere realizar caminhadas, pedalar ou correr ao ar livre, São Luís reserva um extenso calçadão em sua Avenida Litorânea. Ao longo do calçadão da Avenida Litorânea é possível ter acesso a estações esportivas com equipamentos gratuitos, permitindo que os visitantes se exercitem enquanto desfrutam da vista para o mar, dunas e coqueiros. Nesta região, bares e quiosques locais oferecem bebidas refrescantes. O calçadão da Avenida Litorânea conta com ciclovia, sinalização, serviço de segurança por videomonitoramento e ronda policial, além de iluminação em toda a sua extensão.

Lagoa da Jansen

O parque da Lagoa da Jansen é ideal para quem busca um espaço com infraestrutura e muitas possibilidades. Na Lagoa da Jansen é possível praticar atividades físicas como caminhadas, ciclismo, corridas, tênis, skate e patinação. Os quiosques oferecem opções saudáveis para recarregar as energias após o esforço físico, proporcionando uma experiência completa de bem-estar. Além disso, a região da Lagoa da Jansen é repleta de restaurantes e bares noturnos. Uma boa opção para quem busca gastronomia, lazer e diversão.

Parque do Sítio do Rangedor

O Parque do Sítio do Rangedor, no bairro do Alto do Calhau, integra uma área de proteção ambiental na Ilha e oferece infraestrutura tanto para o lazer quanto para a prática de atividades esportivas. Com oito praças equipadas, incluindo quadras poliesportivas, quadras de tênis, academia ao ar livre, playgrounds e uma ciclovia de 3,5 km, o Parque é bastante movimentado por famílias em busca de descanso e por grupos com interesse em atividades esportivas. 

A presença de food trucks, espaço para piquenique, serviço de locação de bikes compartilhadas e o amplo estacionamento completam a experiência no local. 

Parque do Bom Menino

O Parque do Bom Menino (@bommeninoslz), no centro da cidade, é uma área verde no movimentado centro de São Luís. Oferece uma pista utilizada para caminhadas, prática do skate e atividades de ciclismo. Possui equipamentos para alongamentos e musculação, além de abrigar um ginásio poliesportivo para treinos, campeonatos de futsal e eventos esportivos.

Praças 

São Luís conta ainda com uma variedade de espaços públicos na forma de praças disponibilizados pela Prefeitura em diversos bairros. Equipadas com academias ao ar livre, esses locais visam promover a saúde da população, oferecendo infraestrutura adequada para atividades físicas essenciais na prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida.

Nestes espaços, famílias, crianças, jovens e idosos desfrutam de academias, parques infantis, quadras esportivas e iluminação adequada para atividades noturnas.

Em São Luís, experimente essa conexão entre esporte e natureza que  integrando os visitantes à dinâmica da cidade e convidando-os a explorarem o destino por meio de atividades que geram bem-estar físico e mental em cenários incríveis. 

Encravadas entre casarões coloniais e ladeadas por árvores centenárias, as praças de São Luís integram um roteiro possível  onde é possível utilizar esse espaço para o relaxamento e para a observação do patrimônio histórico e da dinâmica do Centro Histórico da cidade.

Complexo Deodoro

É um conjunto formado por quatro praças localizado no Centro Histórico de São Luís, no Maranhão.  Nele, estão situadas as praças Deodoro, Pantheon, Alameda Silva Maia e Alameda Gomes de Castro, consideradas as principais praças da cidade em razão do grande fluxo de veículos, com diversas linhas de ônibus e grande número de transeuntes.

Praça Deodoro

Por meio de uma Lei Municipal, em 15 de Agosto de 1868, o Largo do Quartel passou a se chamar Praça da Independência. Com o advento da República, recebeu a denominação de Praça Deodoro, em homenagem ao primeiro presidente do Brasil. A Praça Deodoro corresponde ao quadrilátero localizado em frente à atual Praça do Pantheon, sendo por vezes confundida com as Alamedas Silva Maia e Gomes de Castro. A praça conta com itens de acessibilidade, caramanchões, bancos de pedras de lioz, sistema de iluminação e paisagismo com a plantação de arbustos nativos.

Praça do Pantheon

Com a demolição do Quartel, no final da década de 30 (e sua transferência para o bairro do João Paulo, em 1941), foi construída a Biblioteca Pública Benedito Leite, em 1950; e a Praça do Pantheon ganhou a atual denominação em sessão da Câmara Municipal de 29 de março de 1954, por sugestão do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM). A Praça do Pantheon tem como limites: a Avenida Silva Maia (ao norte), a Avenida Gomes de Castro (ao sul), a Travessa do Galpão, a Biblioteca Benedito Leite, Sesc, Parque Urbano Santos e Liceu Maranhense (leste) e a Praça Deodoro (oeste). Na Praça do Pantheon, encontram-se homenagens a grandes escritores e intelectuais maranhenses, sendo os primeiros bustos instalados os de Artur Azevedo (1954) e Raimundo Correia (1954). Ao longo dos anos, outros bustos foram sendo inaugurados, ou transferidos de outros logradouros para a praça.

Praça Maria Aragão

A construção da praça e do memorial foi uma homenagem do povo de São Luís à médica comunista Maria Aragão, que entrou para a história da política maranhense com seu exemplo de dignidade e coragem na luta pela democratização do país. Sua história tem origem na extrema pobreza, mas ela logo parte em busca da superação da fome, do preconceito(por ser negra e mulher no início do século passado), da agressão e da perseguição do sonho de ajudar a humanidade. Dotada de um grande senso de liderança, enfrentou as oligarquias políticas, em pleno regime militar na década de 1960, e sofreu as perseguições promovidas pela ditadura. O projeto oferece à população – além do Memorial que abriga um acervo com fotos e objetos pessoais da homenageada – um espaço para manifestações populares e artísticas com palco e camarins. O arquiteto Oscar Niemeyer era amigo pessoal da médica Maria Aragão e realizou o projeto que é dotado de estruturas com grandes balanços e curvas monumentais, desenvolvidas com lajes duplas nervuradas, nas quais foram utilizados materiais de alta tecnologia. O espaço conta ainda com lanchonetes, sanitários, auditório e jardins.

Praça Nauro Machado

É uma praça localizada no Centro Histórico de São Luís. Foi construída em 1982, com o nome de Praça da Praia Grande. Em 2001, ganhou a denominação atual, em homenagem ao poeta maranhense Nauro Machado. O local é um pontos turísticos mais visitados da cidade. É um dos mais importantes espaços públicos do Centro Histórico, sendo palco para manifestações culturais como apresentações de Bumba Meu Boi, festivais de música e de teatro de rua. Além disso, é um ponto de encontro, em razão dos vários bares e restaurantes localizados nas imediações. Nessa praça, também se localiza o Teatro João do Vale, ao lado do qual fica a conhecida escadaria da Praça Nauro Machado. 

Praça Benedito Leite

A Praça Benedito Leite situa-se entre as Ruas de Nazaré, Palma e o Beco da Sé, portanto num dos sítios mais antigos de São Luís. Era conhecida, originalmente, como Largo Velho do Val, ou Vale, e em suas imediações funcionou o Recolhimento de Nossa Senhora da Anunciação e Remédios para moças donzelas, fundado pelo padre jesuíta Gabriel Malagrida. A praça recebeu esse nome em homenagem ao Governador, no aniversário de seu falecimento. Após a morte de Benedito Leite, no governo de Luís Domingues, foi formada uma comissão encarregada de erigir uma estátua em memória do ilustre estadista. A estátua foi executada em Paris pelo escultor francês François Emile Decarchemont, tendo sido inaugurada na manhã do dia 28 de fevereiro de 1912. Benedito Leite está representando sem uma mão na estátua, pois teria dito “prefiro cortar a mão a assinar a supressão da escola Normal ou Modelo”, em um momento de crise econômica e corte de gastos. A frase foi grafada em uma placa de bronze junto à estátua. Desde 2017, aos domingos, a praça recebe parte das atividades da Feirinha São Luís, organizada pela Prefeitura, reunindo produtos agroecológicos, exposição e comercialização de artesanato, artes plásticas e literárias, gastronomia e apresentações culturais locais, como o Tambor de Crioula e o Bumba Meu Boi, além de shows de artistas locais. 

Praça Gonçalves Dias

É um dos mais belos cartões postais de São Luís. Tem denominações populares de Largo dos Amores (por ser um ponto de encontro de namorados) e Largo dos Remédios (por causa da igreja), como descrito na obra O Mulato, de Aluísio Azevedo. O local possui uma coluna com a estátua do poeta Gonçalves Dias na praça, inaugurado em 1873. A praça se desenvolve em vários planos, em razão do declive natural do terreno, sendo interligados por várias escadarias, algumas ladeadas por guarda corpos de alvenaria. A estátua de Gonçalves Dias fica localizada ao centro da Praça. À direita da praça, há um coreto circular, um dos poucos locais protegidos da forte insolação e da escassez de árvores de sombra, pois a praça é dominada pela presença das palmeiras, cantadas no conhecido poema Canção do Exílio: “Minha terra tem palmeiras”. Situada em local elevado, possibilita uma visão panorâmica da cidade, com a Avenida Beira-Mar e o rio Anil. A Igreja dos Remédios e o Palácio Cristo Rei, que abriga o memorial da Universidade Federal do Maranhão, se localizam em frente à praça. Abaixo da praça, acessível por meio de escadarias, estão a Praça Maria Aragão e o Memorial Maria Aragão.

Praça João Lisboa ou Largo do Carmo

É um dos mais antigos logradouros da cidade de São Luís do Maranhão. O nome Largo do Carmo está relacionado com o Convento e a Igreja do Carmo, mas ganhou  o nome de Praça João Lisboa em homenagem ao jornalista e escritor João Francisco Lisboa, em 1901. Em 1918, foi inaugurado um grande monumento de bronze com pedestal de mármore, feita pelo escultor francês Jean Magrou, em homenagem a João Lisboa. Nela estão as cinzas do ilustre patrono da cadeira nº 11 da Academia Maranhense de Letras. A praça está ligada a fatos históricos importantes como a batalha entre holandeses e portugueses, ocorrida em 1643, o local da primeira feira ou mercado da cidade, do primeiro abrigo público e do pelourinho destruído após a Proclamação da República. Também recebeu diversos movimentos políticos e sociais históricos da cidade.

Praça Pedro II

É um logradouro que concentra o Palácio de La Ravardière (sede da Prefeitura), Palácio dos Leões (sede do Governo do Maranhão, Palácio da Justiça (sede do Tribunal de Justiça), a Igreja da Sé, o Museu de Arte Sacra e muitos outros prédios seculares e de grande importância histórica que atraem os visitantes. A praça fica localizada no local escolhido para repouso pelos franceses, em 1612, quando fundaram a cidade e construíram o Forte São Luís. Em 2 de dezembro de 1925, ganhou a denominação de Praça Pedro II, em homenagem ao centenário do imperador. No início da década de 1950, foi instalada a escultura Mãe D’Água, do escultor maranhense Newton Sá. A escultura foi premiada com a medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes, em 1940. Entre 2005 e 2018, a escultura esteve localizada no Museu Histórico e Artístico. Durante o período natalino, a praça e os prédios ganham decoração e iluminação especial, tornando-se um grande atrativo para moradores e turistas.

Praça da Alegria

Essa praça já foi conhecida como Largo da Forca Velha, já que antigamente no centro da Praça foi erguida uma forca onde os condenados eram executados. Inspiradas na circunstância de que os pobres condenados, vistos de longe, pareciam pular de contente, logo que eram soltos no espaço com a corda no pescoço, em 1849, passou a ser chamada de Praça da Alegria para tentar apagar o estigma do passado.  Hoje é um centro de vendas de flores e um belo recanto para passar as tardes sentado em seus bancos para ler um livro ou mesmo passear sob sua frondosa arborização.

Praça Antônio Lobo

Em virtude da construção da Igreja e do Convento de Santo Antônio (1624) este espaço era denominado de Largo de Santo Antônio. Em 1917, através da Resolução da Câmara Municipal de 10 de Abril deste ano, passou a chamar-se de Praça Antônio Lobo, homenagem a Antônio Francisco Leal Lobo, grande escritor maranhense. Nela encontramos também as Capelas das Irmandade de Bom Jesus dos Navegantes e Bom Jesus da Coluna, que realizam as tradicionais procissões quaresmais em São Luís e a Escola Modelo.

Praça Odorico Mendes

Fica localizada entre as ruas dos Remédio e das Hortas. Em 1905, foi inaugurado o busto de Odorico Mendes, colocado em frente à Rua dos Remédios, assentado num pedestal estilizado, sob o qual descansam os ossos do Tradutor de Homero e Virgílio, em fiel conciso verso português, transladados de Londres, do cemitério de Kensal-Green, em 1913. Recentemente a praça foi contemplada com a substituição do piso cimentado, recuperação dos bancos, troca das lixeiras e ajardinamento. 

Praça da Misericórdia

Essa praça teve originalmente o nome de praça Afonso Saulnier de Pierrelevée, em uma homenagem direta ao primeiro médico cirurgião do Maranhão e um dos primeiros da Região Nordeste do Brasil a implantar uma prótese em membro inferior (perna), em uma escrava de sua propriedade. A praça está situada entre as ruas de Santa Rita e do Norte. Atualmente denomina-se Praça da Misericórdia, em função de estar próxima ao hospital Santa Casa de Misericórdia.

Praça do Comércio

Uma praça de muitas histórias. Segundo os pesquisadores, no ano de 1868, comerciantes da Praia Grande fizeram da praça um palco de grande confusão. Muitas pessoas foram presas sob suspeita de uso de cédulas falsas no comércio. A praça é portal de entrada do Centro Histórico de São Luís para quem chega por mar ou por terra. Também recebeu vários nomes como Fran Paxeco e Praia Grande.

Praça Valdelino Cécio

Essa praça recebe esse nome em uma homenagem ao advogado, poeta, escritor e pesquisador da Cultura Popular Maranhense. Também é conhecida como Praça da Pacotilha, já que em seu lugar havia um casarão que foi derrubado para dar lugar a praça, e no imóvel derrubado funcionava o  famoso jornal ‘A Pacotilha’ em meados do século XIX. Está situada na Rua do Giz, esquina com o Beco da Pacotiha e propicia aos frequentadores uma bela vista do bairro da Praia Grande. O espaço é utilizado para realização de manifestações culturais como rodas de capoeira, Tambor de crioula, performances e espetáculos de grupos de cultura popular.

Praça da Saudade

Localizada entre a Rua do Norte e a Rua do Passeio, antigamente era denominada praça do Campo Santo. Mais tarde foi chamada de Praça do Gavião e de Praça do Cemitério, dada a sua proximidade com o tradicional Cemitério do Gavião. No início da década de 1930 teve seu nome mudado para Praça da Saudade. Localizada no festivo e cultural bairro Madre Deus, essa praça se caracteriza por ser um dos mais importantes locais de concentração e apresentação de grupos juninos e carnavalescos, além de um importante espaço de convivência dos moradores da região. 

Praça da Faustina

Localizada na Rua do Giz no Centro Histórico, essa praça também é conhecida como Praça do Tambor de Crioula, devido a utilização desse espaço por grupos da manifestação cultural que é uma das mais tradicionais do Maranhão. Inaugurada em 1986, a praça abriga uma capela dedicada a São Benedito, considerado o protetor dos negros na Igreja Católica.

A Rota da Ilha é uma experiência que visa oportunizar aos turistas um roteiro organizado pelas belezas culturais, históricas e culturais de São Luís e de quatro cidades localizadas a poucos quilômetros da capital:  Alcântara, Raposa, Paço do Lumiar e São José de Ribamar.

Em São Luís, o roteiro da experiência é realizado por meio de city tour de quatro horas pelos pontos mais importantes do Centro Histórico da cidade. 

Alcântara

Distante a 89 quilômetros de São Luís, o city tour tem a duração de aproximadamente 3 horas. O ponto de encontro é o Cais da Praia Grande no Centro Histórico da capital, onde os visitantes embarcam em uma embarcação para a travessia até Alcântara. O roteiro inclui visitas a igrejas, ruínas históricas, museus e ao pelourinho, com paradas para explorar cada local. Após o passeio, os turistas têm a opção de relaxar nas deslumbrantes praias de Itatinga e da Ilha do Livramento.

Raposa

Os visitantes são levados a conhecer as famosas fronhas maranhenses na Praia de Carimã. Conduzidos em embarcações em um passeio náutico, em que durante todo o passeio os visitantes podem contemplar a rica fauna e flora da região. Esse roteiro turístico tem a duração média de 4 horas. O itinerário inclui quatro paradas para banho, degustação de ostras e culmina nas impressionantes fronhas maranhenses.

São José de Ribamar

A jornada continua com um emocionante passeio de buggy de 2 horas. O roteiro leva os visitantes a praias deslumbrantes, como Ponta Vermelha, Caúra e Panaquatira. A aventura segue até o berçário dos pássaros, passando por uma trilha na praia de Ponta Verde.

Paço do Lumiar

Sendo a última parada onde os visitantes mergulham na história do Bumba Meu Boi com uma visita ao Barracão do Bumba meu Boi da Maioba (@boidamaiobaoficial). Em seguida, a experiência continua com uma tarde de aventuras no Parque Aquático do Valparaíso Adventure Park (valparaisoadventurepark).

A Rota da Ilha pode ser realizada de forma integrada ou de forma individual para cada um destes destinos, por meio de agências de turismo especializadas. Para mais informações consulte a Central de Atendimento ao Turista de São Luís.